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A
obra pode ser considerada vital para o desenvolvimento
do Estado. O volume de tráfego diário estimado
na nova via é de 5 mil veículos. Após
a conclusão da RST–471, a região norte
do Estado, grande produtora de grãos, terá
uma rápida ligação rodoviária
com o Porto de Rio Grande, facilitando o escoamento de
suas mercadorias.
A
rodovia começa em Soledade, junto à BR–386,
mas tem conexão com cidades ao norte do Estado,
como Passo Fundo, por outras estradas. Por isso, constitui-se
no corredor de ligação da chamada Zona de
Produção com o Porto de Rio Grande. O final
da via é no extremo sul do Rio Grande do Sul, em
Chuí, na divisa do Brasil com o Uruguai.
A
estrada vai encurtar a distância entre Soledade
e o Porto de Rio Grande em aproximadamente 120 quilômetros.
Ela entronca e interliga as rodovias BR–386 (Soledade),
RST–287 (Vera Cruz), BR–290 (Pantano Grande),
BR–392 (Canguçu), BR–116 e BR–293
(Pelotas). O número de municípios beneficiados
diretamente com a construção da rodovia
chega a 15.
Além
de diminuir a distância, a nova rota vai reduzir
o fluxo em outras estradas de intenso tráfego,
como a BR–386, entre Soledade e Canoas. Também
minimiza o congestionamento da rota alternativa via Grande
Porto Alegre (BR–116/Canoas). O novo corredor também
deverá receber parte do fluxo da BR–158/392,
que liga Cruz Alta–Santa Maria–Pelotas, hoje
em precárias condições devido à
grande quantidade de buracos, apesar da recuperação
em alguns trechos ter sido feita há algum tempo.
(OT)
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